SELEÇÕES

OFERTAS FANTÁSTICAS

domingo, 31 de março de 2013

NOTÍCIAS - ATRIBUIÇÃO DE AULAS EM 04 DE ABRIL


NOTÍCIA – ATRIBUIÇÃO DE AULAS


1- PRÓXIMA SESSÃO DE ATRIBUIÇÃO- 04/04/2013, quinta-feira, na EE Lucia de Castro Bueno- Rua Mario Latorre, Parque Pinheiros, Taboão da Serra- ao lado do Fórum.
Para ver o saldo  clique aqui .
Para ver o cronograma clique aqui .

2- CADASTRO EMERGENCIAL- aberto a partir de 05/03/2013, exceto para Classe (Pedagogia) e Educação Física. Para obter informações, clique aqui.  
Confira a lista provisória de cadastros deferidos e indeferidos para atribuição em 21/03/2013- clique aqui .
Os indeferidos constam no mesmo arquivo, na segunda guia. Até o dia 03/04/2013 publicaremos a lista final do cadastro emergencial. 

3- INCLUSÃO DE DISCIPLINAS E MUDANÇA DE FAIXA DE CLASSIFICAÇÃO- o sistema está fechado para alterações ou inclusões. Entretanto, continuaremos recebendo as solicitações de docentes já inscritos e que não estejam com aulas atribuídas, às terças-feiras, das 10h às 13h, no plantão da Supervisão (térreo da DE), para atendimento oportuno, quando e se possível for. Comparecer com os documentos comprobatórios da solicitação. Quem estiver com aulas atribuídas, solicitar a correção na escola, nos mesmos termos. 
  

TEOLOGIA - A RESSURREIÇÃO DE JESUS


TEOLOGIA

A ressurreição de Jesus

No domingo bem cedo, as mulheres foram ao túmulo, levando os perfumes que haviam preparado. Elas viram que a pedra tinha sido tirada da entrada do túmulo. Porém, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus e não sabiam o que pensar. De repente, apareceram diante delas dois homens vestidos com roupas muito brilhantes. E elas ficaram com medo, e se ajoelharam, e encostaram o rosto no chão. Então os homens disseram a elas:
— Por que é que vocês estão procurando entre os mortos quem está vivo? Ele não está aqui, mas foi ressuscitado. Lembrem que, quando estava na Galileia, ele disse a vocês: “O Filho do Homem precisa ser entregue aos pecadores, precisa ser crucificado e precisa ressuscitar no terceiro dia”.
Então as mulheres lembraram das palavras dele e, quando voltaram do túmulo, contaram tudo isso aos onze apóstolos e a todos os outros. Essas mulheres eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Estas e as outras mulheres que foram com elas contaram tudo isso aos apóstolos. Mas eles acharam que o que as mulheres estavam dizendo era tolice e não acreditaram. Porém Pedro se levantou e correu para o túmulo. Abaixou-se para olhar e viu somente os lençóis de linho e nada mais. Aí voltou para casa, admirado com o que havia acontecido.
Lucas 24.1-12

TEOLOGIA - O SEPULTAMENTO DE JESUS


TEOLOGIA

O sepultamento de Jesus

Havia um homem chamado José, da cidade de Arimateia, na região da Judeia. Ele era bom e correto e esperava a vinda do Reino de Deus. Fazia parte do Conselho Superior, mas não tinha concordado com o que o Conselho havia resolvido e feito.                  José foi e pediu a Pilatos o corpo de Jesus. Então tirou o corpo da cruz e o enrolou num lençol de linho. Depois o colocou num túmulo cavado na rocha, que nunca havia sido usado. Isso foi na sexta-feira, e já estava para começar o sábado. As mulheres que haviam seguido Jesus desde a Galileia foram com José e viram o túmulo e como Jesus tinha sido colocado ali. Depois voltaram para casa e prepararam perfumes e óleos para passar no corpo dele. E no sábado elas descansaram, conforme a Lei manda.

Lucas 23.50-56 

VIRTUDE - GENEROSIDADE

VIRTUDE

O Senhor Palha
Era uma vez, há muitos e muitos anos atrás, é claro, porque as melhores histórias sempre se passam há muitos e muitos anos, um homem chamado Senhor Palha.
         Ele não tinha casa, nem mulher, nem filhos. Para dizer a verdade, só tinha a roupa do corpo. Pois o Senhor Palha não tinha sorte. Era tão pobre que mal tinha o que comer e era magrinho como um fiapo de palha.
         Por isso é que as pessoas o chamavam de Senhor Palha.
         Todo dia o Senhor Palha ia ao templo pedir à Deusa da Fortuna para melhorar sua sorte, e nada acontecia. Até que um dia, ele ouviu uma voz sussurrar: 
         - A primeira coisa que você tocar quando sair do templo lhe trará grande fortuna.
          O Senhor Palha levou um susto. Esfregou os olhos, olhou em volta, mas viu que estava bem acordado e o templo estava vazio. Mesmo assim, saiu pensando:
          "Eu sonhei ou foi a Deusa da Fortuna que falou comigo?" Na dúvida, correu para fora do templo, ao encontro da sorte.
           Mas na pressa, o pobre Senhor Palha tropeçou nos degraus e foi rolando aos trambolhões até o final da escada, onde caiu na terra. Ao se por de pé, ajeitou as roupas e percebeu que tinha alguma coisa na mão. Era um fiapo de palha "Bom", pensou ele, "um fiapo de palha não vale nada, mas, se a Deusa da Fortuna quis que eu pegasse, é melhor guardar."
            E lá foi ele, segurando o fiapo de palha.
            Pouco depois apareceu uma libélula zumbindo em volta da cabeça dele.
           Tentou espantá-la, mas não adiantou. A libélula zumbia loucamente ao redor da cabeça dele. 
          "Muito bem", pensou ele. "Se não quer ir embora, fique comigo."
          Apanhou a libélula e amarrou o fiapo de palha no rabinho dela.
          Ficou parecendo uma pequena pipa, e ele continuou descendo a rua com a libélula no fiapo.
           Logo encontrou uma florista com o filhinho, a caminho do mercado, onde iam vender flores. Vinham de muito longe. O menino estava cansado, suado, e a poeira lhe trazia lágrimas aos olhos. Mas quando o menino viu a libélula zumbindo amarrada no fiapo de palha, seu rostinho se animou 
          - Mãe, me dá uma libélula?
          - Pediu. 
          - Por favor!

"Bom" pensou o Senhor Palha, "a Deusa da Fortuna me disse que o fiapo de palha traria sorte, mas esse garotinho está tão cansado, tão suado, que pode ficar mais feliz com um presentinho. E deu a libélula no fiapo para o garoto. - É muita bondade sua! - disse a florista. 
- Não tenho nada para lhe dar em troca além de uma rosa. Aceita! O Senhor Palha agradeceu e continuou seu caminho, levando a rosa.

Andou mais um pouco e viu um jovem sentado num toco de árvore, segurando a cabeça entre as mãos. Parecia tão infeliz que o Senhor Palha lhe perguntou o que havia acontecido. 
- Vou pedir minha namorada em casamento hoje à noite!
- queixou-se o rapaz.
- Mas sou tão pobre que não tenho nada para dar a ela.
- Bom, também sou pobre!
- disse o Senhor Palha.
- Não tenho nada de valor, mas se quiser dar a ela esta rosa, é sua.
O rosto do rapaz se abriu num sorriso ao ver esplêndida rosa.
- Fique com essas três laranjas, por favor! - disse o jovem. 
- É só o que posso dar em troca.

O Senhor Palha seguiu andando, carregando três suculentas laranjas. 

Logo encontrou um mascate, ofegante. 
- Estou puxando a carrocinha o dia inteiro e estou com tanta sede que acho que vou desmaiar. Preciso de um gole de água.
-Acho que não tem nem um poço por aqui! - disse o Senhor Palha.
Mas se quiser pode chupar estas três laranjas.
O mascate ficou tão grato que pegou um rolo da mais fina seda que havia na carroça e deu-o ao Senhor Palha, dizendo:
- O senhor é muito bondoso. Por favor, aceite esta seda em troca.

E o Senhor Palha mais uma vez seguiu pela rua, como rolo de seda debaixo do braço.

Não deu dez passos e viu passar uma princesa numa carruagem. Tinha um olhar preocupado, mas sua expressão logo se alegrou ao ver o Senhor Palha.
- Onde arrumou essa seda? - gritou ela. 
- É justamente o que estou procurando. Hoje é aniversário de meu pai e quero dar um quimono real para ele.
- Bom, já que é aniversário dele, tenho prazer em lhe dar essa seda! - disse o Senhor Palha.
A princesa mal podia acreditar em tamanha sorte.
- O senhor é muito generoso! - disse sorrindo. 
- Por favor, aceite esta joia em troca. 
A carruagem se afastou, deixando o Senhor Palha segurando a jóia de inestimável valor refulgindo à luz do sol. 

"Muito bem", pesou ele, "comecei com um fiapo de palha que não valia nada e agora tenho uma joia. Acho que está bom.” 

Levou a joia ao mercado, vendeu-a e, com o dinheiro, comprou uma plantação de arroz. Trabalhou muito, arou, semeou, colheu, e a cada ano a plantação produzia mais arroz. Em pouco tempo, o Senhor Palha ficou rico. E sempre ofereceu arroz aos que tinham fome e ajudava a todos que o procuravam.
Muitos diziam que sua sorte tinha começado com um fiapo de palha, mas quem sabe foi com a generosidade?


VIRTUDE - DESAPEGO

VIRTUDE

Desapego
Colaboração de Edgard T. Utiama
Um cidadão fez voto de desapego e pobreza. Dispôs de todos os seus bens e propriedades, reservou para si apenas duas tangas, e saiu Índia afora em busca de todos os sábios, medindo na verdade o desapego de cada um. Levava apenas uma tanga no corpo e outra para troca, sempre necessário.
          Estava convencido de não encontrar quem ganhasse de si em despojamento, quando soube de um velho guru, bem ao norte, aos pés do Himalaia.
          Tomando as direções, parte ao encontro do velho sábio.
           Quando lá chegou, tristeza e decepção! Encontrou terras bem-cuidadas, um palácio faustoso, muita riqueza, muita pompa.
          Indignado, procura pelo guru. Um velho servo lhe diz que ele está em uma ala dos magníficos jardins com seus discípulos, estudando desapego. Como era costume da casa Ter gentileza para com os hóspedes, o servo convida o andarilho para o banho, repouso e refeição, antes de se dirigir à presença do sábio.
          Achando tudo muito estranho, o desapegado aceita a sugestão. Toma um bom banho, lava sua tanga usada, coloca-a para secar no quarto e sai em busca do guru.
          Completamente injuriado, queria contestar e desmascarar aquele que julgava um impostor, pois em sua concepção desapego não combinava com posses.
           Aproxima-se do grupo, que ouve embevecido as palavras do mestre e fica ruminando um ardil para atacar o guru, quando, correndo feito um doido, chega um dos serviçais gritando:
          - Mestre, mestre, o palácio está pegando fogo, um incêndio tomou conta de tudo. O senhor está perdendo uma fortuna!
          O sábio, impassível, continua sua prédica.
          O desapegado viajante das duas tangas dá um salto e sai em desabalada carreira, gritando:
           - Minha tanga, minha tanga, o fogo está destruindo minha tanga......


quinta-feira, 28 de março de 2013

TEOLOGIA - A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

TEOLOGIA


A crucificação de Jesus

Lucas 23.33-43

Quando chegaram ao lugar chamado “A Caveira”, ali crucificaram Jesus e junto com ele os dois criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
[Então Jesus disse:
— Pai, perdoa esta gente! Eles não sabem o que estão fazendo.]
Em seguida, tirando a sorte com dados, os soldados repartiram entre si as roupas de Jesus. O povo ficou ali olhando, e os líderes judeus zombavam de Jesus, dizendo:
— Ele salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Messias que Deus escolheu!
Os soldados também zombavam de Jesus. Chegavam perto dele e lhe ofereciam vinho comum e diziam:
— Se você é o rei dos judeus, salve a você mesmo!
Na cruz, acima da sua cabeça, estavam escritas as seguintes palavras: “Este é o Rei dos Judeus”.
Um dos criminosos que estavam crucificados ali insultava Jesus, dizendo:
— Você não é o Messias? Então salve a você mesmo e a nós também!
Porém o outro o repreendeu, dizendo:
— Você não teme a Deus? Você está debaixo da mesma condenação que ele recebeu. A nossa condenação é justa, e por isso estamos recebendo o castigo que nós merecemos por causa das coisas que fizemos; mas ele não fez nada de mau.
Então disse:
— Jesus, lembre de mim quando o senhor vier como Rei!
Jesus respondeu:
— Eu afirmo a você que isto é verdade: hoje você estará comigo no paraíso.

VIRTUDE - CARREGANDO A MOÇA

VIRTUDE

Carregando a Moça
Mestre e Discípulo caminhavam noite a dentro em direção ao Mosteiro no qual deveriam se recolher para cumprir seus votos de isolamento durante um determinado período.
          No meio da jornada, tinham que atravessar um rio, cujas águas alcançavam a profundidade equivalente à altura da cintura deles.
          Na mesma margem em que se encontravam os dois, havia uma moça, com ares de quem esperava algo....
          Vendo os dois homens, a moça mencionou desejar atravessar o rio mas não queria se molhar... queria pois que alguém a carregasse nas costas até a outra margem.
          O Discípulo, diante daquela donzela, mais do que depressa se ofereceu para carregar a moça.
          A moça olhou para o Discípulo... olhou para o Mestre... e teve mais confiança no Mestre.
          O Mestre, percebendo isso, curvou-se para que a moça subisse nas suas costas e entraram os três no rio, Mestre, Discípulo e a Moça carregada pelo Mestre.
          Atravessaram o rio e ao chegarem na outra margem, a moça desceu das costas do Mestre, agradeceu muito e seguiu o caminho dela e Mestre e Discípulo seguiram calados o caminho deles...
          Quando finalmente chegaram ao Mosteiro, fizeram suas obrigações e quando então iam se recolher, o Discípulo não aguentou mais e pronunciou suas primeiras palavras desde o incidente do rio.
          - Áh, Mestre, a moça do rio, Mestre....
          O Mestre, então, repreendeu o Discípulo:
 A moça, eu carreguei lá no rio, ela desceu, seguiu o caminho dela e nós seguimos o nosso... Você, pelo visto, CONTINUA CARREGANDO a moça até agora... Olha a moça em cima de você, olha...!!!

VIRTUDES - ACOMODAÇÃO -ESCOLHAS

VIRTUDES - ESCOLHAS

Acomodação
"Conta-se que para cozinhar uma rã gigante coloca-se a mesma ainda viva na panela com água tépida e gradualmente eleva-se a temperatura da água até a fervura. A rã, no início envolvida pela agradável temperatura da água, adormece e morre..."
NN
        Da mesma forma, vícios vão se instalando nas vidas de pessoas, modificando-as, paulatinamente, muitas vezes sem que estas deem conta do que está lhes ocorrendo.
        Critérios para distinguirmos entre o meramente lúdico e o compulsivo não são claramente demarcados.
        Vícios são hábitos destrutivos e prejudiciais. Assim, numa análise ainda que superficial, podemos verificar se o comportamento em questão é (1) habitual e (2) fonte de malefícios para os envolvidos.
        Fatores diversos, conscientes e não conscientes, às vezes imbricados, contribuem para a compulsividade em geral
        O processo terapêutico consiste em conscientizar o compulsivo de sua real situação fornecendo-lhe também o apoio, a orientação e o encorajamento para reverter a mesma.
        Tal se faz despertando para os benefícios e vantagens com a mudança, listando-se inclusive todos os ganhos secundários e intenções positivas atrelados ao comportamento que desejamos alterar elegendo-se novas condutas e atividades que satisfaçam integralmente tais ganhos e intenções.
         Uma reavaliação de seus critérios pessoais, de sua escala de valores, de suas crenças e objetivos de vida, de suas condutas e atitudes, enfim, de sua própria identidade é de grande valia nesse processo de libertação.
        Analisando ao nível de processo, o importante é lembrarmos que estas pessoas não são doentes e sim pessoas que não se conscientizaram que na vida elas têm mais escolhas para a realização pessoal.

quarta-feira, 27 de março de 2013

TEOLOGIA - JESUS É LEVADO PARA SER PRESO


TEOLOGIA

Jesus E levado parágrafo Ser crucificado

Então os soldados levaram Jesus. No caminho, eles encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, que vinha do campo. Agarraram Simão e o obrigaram a carregar a cruz, seguindo atrás de Jesus.
Uma grande multidão o seguia. Nela havia algumas mulheres que choravam e se lamentavam por causa dele. Jesus virou-se para elas e disse:
— Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vocês e pelos seus filhos! Porque chegarão os dias em que todos vão dizer: “Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, que nunca deram à luz e que nunca amamentaram!” Chegará o tempo em que todos vão dizer às montanhas: “Caiam em cima de nós!” E dirão também aos montes: “Nos cubram!” Porque, se isso tudo é feito quando a lenha está verde, o que acontecerá, então, quando ela estiver seca?
Levaram também dois criminosos para serem mortos com Jesus.
    
Lucas 23.26-32

TEOLOGIA - OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA

TEOLOGIA

OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA

OVOS DE PÁSCOA
De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.
           Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
           Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.
           Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.
            Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.
            A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
            A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
O COELHO

O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pelo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar. 
           Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos. 

O CORDEIRO

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo. 
           Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.

           Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.


O CÍRIO PASCAL

É uma vela grande e grossa, que deve ser acesa todos os anos, pela primeira vez, no Sábado Santo, no início da celebração da Vigília Pascal. Nela, é feita a inscrição dos quatro algarismos do ano em curso, depois se cravam cinco grãos de incenso para lembrar as cinco chagas de Jesus, além de duas letras gregas "Alfa" e "Ômega" - a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio; o ômega, o fim.
          Durante a cerimônia, reza-se: “Por Suas santas chagas, Suas chagas gloriosas, Cristo Senhor nos proteja e nos guarde. Amém”. O sacerdote acende, depois, o Círio, que é a Luz de Cristo. Entoa-se o refrão: “Eis a Luz de Cristo”. E todos respondem: “Demos graças a Deus!”. Na porta da igreja, canta-se pela segunda vez. Todos acendem as velas no fogo do Círio Pascal e a procissão entra pela nave da igreja, que está às escuras. Chegando no altar, canta-se, novamente; então, todas as luzes da igreja são acesas.
          Após a solene entronização e incensação do Círio, o sacerdote entoa a proclamação solene da Páscoa, cantando o Exultet, que são as maravilhas da libertação do Senhor, vindo em socorro da humanidade e protegendo seu povo eleito. É um canto de louvor em ação de graças à vitória de Cristo que realizou a passagem, a Páscoa para a vida do amor e da fraternidade.
          O Círio, simbolizando o Cristo vivo e ressuscitado é a luz que ilumina e guia a vida do cristão, pois o próprio Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo!", "Eu sou o princípio e o fim".
O GIRASSOL

O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
           O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.
PÃO E VINHO

O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.
           Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.
          Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.
          A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura" [3].
           A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.
           Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.
COLOMBA PASCAL

O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
O SINO

Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.
           O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

QUARESMA

Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.
ÓLEOS SANTOS

Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

Cruz
A Cruz que mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo; Jesus, que morreu na cruz para nos salvar, deu à humanidade mais uma lição de humildade. Sendo Filho de Deus, Ele morreu da forma mais humilhante que havia em Seu tempo. A cruz nos recorda o sofrimento e a ressurreição de Jesus Cristo.

O fogo
No início da cerimônia da Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo, a celebração é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo", símbolo da vida nova, da realidade da criação renovada pela morte e ressurreição de Jesus.

A água
No Sábado Santo, durante a celebração da Vigília Pascal, o sacerdote faz a bênção da água batismal que será utilizada nos batismos durante todo o ano, mergulhando o Círio Pascal na água, invocando a força do Espírito Santo havendo ou não batismos.
           Na aspersão da água benta no povo, realiza-se a renovação das promessas batismais. A água simboliza a pureza, a purificação e a renovação.




O peixe

Páscoa possui diversos símbolos, dentre eles, o peixe. A Páscoa mantém o sentido da trajetória da história de Jesus Cristo para os cristãos. O peixe, um dos símbolos mais antigos, está vinculado às aparições de Jesus que sempre se liga à presença do peixe em sua história, após a Ressurreição e diz respeito ao próprio Cristo Ressuscitado [(Jo 21,9) e (Lc 24,42-43)].
           Além disso, os primeiros cristãos praticavam o costume de trocaralimentos como presentes, como por exemplo ovos (de galinha, de verdade – não os de chocolate) e peixes. A palavra peixe na língua grega se pronuncia “ichthys” que se relaciona as iniciais para a confissão de fé (“IXTYZ” – Jesus Christus Teós Yiós Soter – Jesus Cristo Filho de Deus Salvador). Portanto, o peixe também simboliza a fé das pessoas em Cristo.
            Já a substituição do ato de comer carne por peixe procura relembrar acrucificação  de Cristo. A abstenção da carne que foi instituída pelo Papa Pio XII, na sexta-feira da paixão, a partir 1951. A privação da carne relembra a crucificação de Cristo e, ao mesmo tempo, celebra a fé no Cristo que voltará (na Ressureição).












TEOLOGIA - AS TRADIÇÕES PAGÃS NA PÁSCOA

TEOLOGIA

Tradições pagãs na Páscoa


Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas; em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia e portanto, este é uma alusão a antigos rituais pagãos. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação associados a deusa nórdica Gefjun.
A lebre (e não o coelho) era o símbolo de Gefjun. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. Claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima.
A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. Seus cultos pagãos foram absorvidos e misturados pelas comemorações judaico-cristãs, dando início a Páscoa comemorado na maior parte do mundo contemporâneo.

Nome oficial
Domingo de Páscoa
Tipo
Seguido por
Ano de 2012
Ano de 2013
Ano de 2014
Observações
Celebra a Ressurreição de Cristo

TEOLOGIA - PÁSCOA NO JUDAÍSMO

TEOLOGIA

PÁSCOA NO JUDAÍSMO

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo capítulo 12), disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .
De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3.500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebreia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.
Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo a ira divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.
Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre Faraó foi instituído para todas as gerações o sacrifício de Pessach.
É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.
Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar,para pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza, ou por viagem.