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terça-feira, 30 de abril de 2013

VIRTUDE - EXPERIMENTE OUTRA VEZ!


VIRTUDE
EXPERIMENTE OUTRA VEZ

Quando as coisas vão erradas
Não pense que todos os seus esforços
Tem sido em vão.

Talvez tudo foi para melhor;
Por isso, sorria...
E experimente outra vez!
Pode ser que o seu aparente fracasso
Venha ser a porta mágica que o conduzirá
Para uma nova felicidade
Que dantes você jamais conheceu.

Você pode estar enfraquecido pela luta,
Mas não se considere vencido...
Isto não quer dizer derrota.

Não vale a pena
Gastar o precioso tempo
Em lágrimas e lamentos.

LEVANTE-SE
E enfrente a vida outra vez...
E, se você guardar em mente
O alto objetivo de suas aspirações,
Os seus sonhos se realizarão...
Tire proveito das suas dores,
E então um dia, você dirá
EU OUSEI EXPERIMENTAR OUTRA
VEZ!

VIRTUDES - ORIGEM DOS DIREITOS HUMANOS


Virtudes - direitos
A origem dos direitos humanos
            Toda pessoa possui direitos que devem ser respeitados, por ela mesma e pelos demais indivíduos. Mas, no decorrer da história da humanidade, muitas interpretações – quase sempre errôneas – foram feitas sobre os direitos da pessoa.
Alguns  atribuíam os direitos humanos aos deuses, por exemplo. Assim, os deuses davam e tiravam, segundo a sua vontade, os direitos aos indivíduos. Para alguns povos, como no início da história da Grécia, a saúde era um dom dos deuses... a doença, um castigo e não um mal natural. Daí se conclui que para os gregos, até o surgimento do médico Hipócrates de Cós, que negou tal doutrina, a saúde e a doença têm origem divina. Eles não levavam em conta as causas físicas, econômicas e sociais que impedem ou violentam o direito fundamental da pessoa de ter boa saúde. Esclarecendo melhor: uma família vive em condições de miséria; mora num lodaçal de uma periferia pobre, sobre águas poluídas; os pais vivem em subemprego e, como seus filhos, são subnutridos, todos possuem alguma doença. Deus mandou? Os deuses estão castigando aquela família?
Outros pensadores atribuíram a origem dos direitos da pessoa ao governante (chefe de tribo, rei, ditador, etc.). Eram eles que determinavam quais os direitos dos seus governados. Assim, nossos direitos seriam uma dádiva oferecida pela “bondade” do governante. Se ele dava direitos também poderia tirá-los. O chefe absolutista era, então, “dono” da vida, da terra, da produção, da liberdade, das  ações dos seus súditos. Alguns pensadores afirmavam que este poder do governante, ele recebia dos deuses (para os povos politeístas) ou de Deus e, portanto, em nome de Deus ele podia conceder ou retirar direitos aos indivíduos.
Hoje, no entanto, os defensores dos direitos humanos não aceitam nada disso. Afirma-se que a pessoa tem direitos pela sua própria condição de existir. Isto é, faz parte da natureza de qualquer ser vivo uma série de direitos, que devem ser respeitados para garantir a sua existência. São condições necessárias para um ser vivo satisfazer plenamente suas necessidades básicas.
Alguns direitos básicos ou naturais são comuns aos animais e às pessoas: a vida, a defesa, a alimentação, a saúde, a segurança, a liberdade. Evidentemente que animais e seres humanos se manifestam de modo diferente na realização de seus direitos. Aí se fundamentam os princípios do movimento de defesa dos animais. As pessoas precisam perceber que têm direitos que fazem parte da sua própria condição de existir... e um desses direitos é o de LUTAR PARA DEFENDER SEUS DIREITOS.
Invejo é a instrução que o senhor tem. Eu queria decifrar as coisas que são importantes. E estou contando não é uma vida de sertanejo, seja se for jagunço, mas a matéria vertente. Queria entender do medo e da coragem, e da gã que empurra a gente para fazer tantos atos, dar corpo ao suceder. O que induz a gente para más ações estranhas, é que a gente está pertinho do que é nosso, por direito, e não sabe, não sabe, não sabe!” ( Guimarães Rosa – In “Grande Sertão Veredas”)
Nenhuma lei, nenhum governante, nenhuma instituição dá ou estabelece os direitos para  os indivíduos. Os direitos da pessoa ou são naturais – como o direito à vida, à liberdade, à igualdade; - ou são civis – isto é, fruto da organização social e política de um povo.
Pode-se, então, dizer que alguns direitos humanos são originados na própria natureza da pessoa; outros são fruto da sociedade organizada na qual o cidadão vive. Todos, porém, são básicos para a plena realização do indivíduo. Até mesmo os direitos civis não podem ser estabelecidos segundo a vontade do governante, mas,sim,segundo a vontade da sociedade organizada e manifestada na Constituição, nos Códigos e nas leis ordinárias.

TEOLOGIA - Leitura- O VERDADEIRO AMOR


Teologia
Leitura
O verdadeiro amor

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Coríntios (I) 13:1-7

sexta-feira, 26 de abril de 2013

TEOLOGIA - leitura - O SERVO DO SENHOR


TEOLOGIA
LEITURA
O SERVO DO SENHOR

Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele. ele trará justiça às nações.
Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na rua.
A cana trilhada, não a quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade trará a justiça
não faltará nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.
Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e os desenrolou, e estendeu a terra e o que dela procede; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.
Eu o Senhor te chamei em justiça; tomei-te pela mão, e te guardei; e te dei por pacto ao povo, e para luz das nações;
para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.
Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não a darei, nem o meu louvor às imagens esculpidas.
Eis que as primeiras coisas já se realizaram, e novas coisas eu vos anuncio; antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.
Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor desde a extremidade da terra, vós, os que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele, vós ilhas, e os vossos habitantes.

Isaías 42:1-10

LENDAS DE EMBU - A MÃE D'ÁGUA


LENDAS DE EMBU
A Mãe d’Água
Diz a lenda que na cachoeira de Embu aparece uma mulher moça formosa, cujo corpo da cintura para baixo tem forma de peixe e as mãos se assemelham às extremidades inferiores dos palmípedes.
Firmando-se na cauda de escamas, ela eleva-se na superfície da água na beirada da cachoeira, e fica a banhar-se indolentemente com os longos cabelos de limbo caídos pelas costas e enfeitados com uma flor branca penteando-se com pente de espinha de peixe e entoando maravilhosa canção, atrai os homens com sua faceirice e canto hipnótico.
(Acervo da Secretaria de Cultura do Município de Embu).
extraído do Portal da PMETE

LENDA DE EMBU - O DIABO MORTO


LENDA DE EMBU DAS ARTES

A Lenda do Diabo
Conta a lenda que os silvículas não acreditavam no diabo e no inferno. O Padre Belchior de Pontes mandou então fazer um diabo tosco de madeira, mas terrível, montou-o num cavalo e saiu pela cidade dizendo que acreditassem nas forças do mal, que o diabo desviava os homens do bom caminho, levando suas almas para o inferno.
Os índios assim mesmo não acreditaram e, em altos brados, divertiram-se a valer com o espetáculo do rude Lúcifer transformado em cavaleiro.
Mas ai! Quando maior ia a algazarra, o diabo de madeira começou a movimentar-se, tornando-se o demo de verdade. Reuniu-se a bugrada estupefata e matou o diabo em pleno largo do M’boy e desde então os aldeados acreditaram nas forças do mal.
(Extraída do livro “Igrejas de São Paulo”, de Leonardo Arroyo).


LENDA - O TESOURO DO LAGO


LENDA

Lendas do Tesouro do Lago
Quando da expulsão, os jesuítas reuniram num tacho todo o seu ouro e pedrarias, certos que estavam de sua eminente prisão. Desceram a ladeira carregando o tesouro e construíram uma pequena jangada de toros de bananeiras. À jangada prenderam longos cabos de cipó.
O mesmo ocorrendo com relação ao tacho. Enquanto uns padres puxavam a jangada para o centro do lago, outros mantinham seguros os cabos do tacho. Quando o improvisado meio de transporte atingiu o centro do lago, o tacho foi afundando calmamente, escondendo nas águas o brilho do tesouro. Ora, sob o altar mor da Igreja Nossa Senhora do Rosário, segundo a lenda, encontram-se sepultados muitos jesuítas.
Em determinada hora da noite, ainda não identificada, os jesuítas abandonam os seus sepulcros e, com seus longos hábitos negros, que fazem ressaltar a brancura dos ossos da cabeça, das mãos e dos pés, seguem em fúnebre e terrível procissão e descem a ladeira de Embu. Em torno do lago continuam a trágica procissão, suas vozes elevando-se à solidão da noite, ouvindo-se mesmo o desafiar das camândulas dos Rosários.
Em seguida, sempre em procissão, caminham para o cemitério, onde permanecem horas seguidas em confabulação com os mortos. Ao desmaiar da noite, o cortejo de espectros volta à Igreja. Por isso, quando a luz apaga-se no Embu, os moradores dizem que a procissão vai sair, pois ela é feita às escuras.
 (Acervo da Secretaria de Cultura do Município de Embu)

LENDA - O ÍNDIO E A COBRA


LENDAS
A Lenda da Cobra e do Índio
Recebera o Padre Belchior de Pontes ordens de fundar um colégio no planalto. Ele veio de Itanhaém e subindo a Serra para os campos de Piratininga, por um caminho muito ruim e desconhecido, palmilhando por vários dias ínvias trilhas, até encontrar um pantanal (nas proximidades do atual Embu-centro) onde quase se atolou não fosse o aparecimento providencial de um índio, que o levou desfalecido para sua choça num outeiro.
Enquanto o padre não voltava a si, o silvícola saiu para buscar água. Recuperando-se, o Padre Belchior de Pontes foi informado pela mulher do índio da ausência do seu salvador, que já se prolongava de maneira inexplicável.
Saíram à sua procura e o encontraram morto picado por uma grande cobra.
O índio foi velado e sepultado dentro dos preceitos da Igreja e sobre a sua sepultura levantou o padre a capela de Nossa Senhora do Rosário, construindo em seguida a igreja.
       A cobra que matou o índio, sepultado sobre o altar-mór, teria dado o nome de M’BOY à aldeia.
(Extraída do livro “Embu - Terra das Artes, Berço de Tradições”, de Moacyr de Faria Jordão, Ed.1972)



LENDA INDÍGENA - O BACURAU



Lenda
bacurau


Bacurau Escritor: Reza a lenda que muito antes de Pedro Álvares Cabral descobrir o Brasil, os fenícios já visitaram o nosso país. Uma vez uma embarcação fenícia desembarcou em terras brasileiras e dentre eles havia um escriba, que viva escrevendo em rochas e em pergaminhos. Certo dia, este rapaz se perdeu na mata e foi para numa tribo indígena.
Chegando lá ele foi confundidos com uma espécie de Deus-Pássaro, então os índios vestiram este homem branco com uma roupa coberta de penas. Assim Tupã se zangou e transformou o escriba em um pássaro que foi batizado de bacurau.
Como apesar de tantos acontecimentos, o escriba não parava de fazer anotações em seu pergaminho, surgiu o ditado: - É dizendo e bacurau escrevendo! Séculos se passaram e o escriba continuou em forma de bacurau. Mas na época do Brasil - Colônia este pássaro viu uma moça galopando em seu cavalo e se apaixonou por ela. Desta maneira ele decidiu segui-la.
De repente, o cavalo ficou maluco e saltou no rio cheio. Mesmo assim o animal e sua dona chegaram vivos, porém desacordados do outro lado do rio com a sela toda esfolada. Assim o bacurau resolveu consertar a sela e colocou algumas penas suas dispostas entre a manta e a sela. Desta maneira quando as vítimas acordaram nunca mais tiveram problemas nas viagens. Por isto é que existe uma lenda dizendo que as penas do bacurau entre a manta e a sela fazem com que o cavalo não caia e nem salte em rio cheio.                                                    Bacurau e o Arco-Íris:
Há uma lenda indígena que diz que o bacurau é a ave que traz o arco-íris e que ela tem o poder de fazer a pessoa mudar de sexo.                Numa tribo existia um índio chamado Cauê, que era tão delicado que parecia uma menina. O problema é que naquela taba matavam os homens que eram efeminados. Então quando este menino completou quinze anos de idade, os índios resolveram matá-lo só pelo simples fato dele se parecer com uma menina.
Assim Cauê fugiu para a mata. Mas sua mãe, dona Tainá, sabendo do poder do bacurau foi para a floresta e fez a seguinte oração para a ave:
- Por favor, minha doce ave bacurau... Salve o meu filho frágil e especial... Com toda a magia e sinceridade... Faça com que ele vire homem de verdade!
Naquele mesmo instante, o belo dia de Sol virou uma tempestade de cinco minutos e depois o astro rei voltou novamente. Deste jeito, no meio da floresta, um bacurau apareceu para Cauê e fez o menino atravessar debaixo do arco-íris. Naquele mesmo instante o garoto delicado se transformou em um homem másculo. Por causa disto quando os índios alcançaram Cauê, desistiram de matá-lo.
Bacurau e a Dor de Dente: Há outra lenda indígena que diz que quando uma criança perde seu dente-de-leite deve jogá-lo no telhado da oca e dizer: - Bacurau, me traga um dente bonito! Certo dia, a índia Jurema estava com uma forte dor de dente e ela se queixou para o pajé que aconselhou extraí-lo. Mas a moça não aceitou. Então, ela pensou:
- Se o bacurau é capaz de trazer um dente bonito, ele também é capaz de curar um dente doente. Então ela exclamou olhando para o céu: - Bacurau, por favor, cure o meu dente! Naquele exato momento caiu uma asa de bacurau na índia e ela se livrou da dor.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

LENDA - A PRINCESA DO LAGO


LENDA
A PRINCESA DO LAGO

Na ilha de Maiandeua,encontra-se um lago de águas escura,entre enormes dunas,paisagem natural de imensa beleza,chamada princesa.Os nativos juram que ali mora uma princesa encantada,filha do rei Sebastião.Cotam que há muitos anos três pescadores foram até à praia em busca de água potável;enquanto dois se dirigiram para o mato,o terceiro ficou junto à embarcação.De repente apareceu uma linda mulher loura dizendo ser a princesa encantada,filha do rei Sebastião.
A mulher perguntou ao pescador se ele tinha coragem de desencantá-la.Caso fizesse,ganharia como recompensa casar com ela e,além disso,todas as cidades conhecida(Vigia, Belém, Maracanã, Castanhal) iriam para o fundo,enquanto as cidades dos encantados aflorariam à superfície instaurando-se,a parti dai,o governo do rei sebastião sobre o mundo.
O pescador deveria voltar à mesma praia,sozinho em outra ocasião,sem dizer nada a ninguém,e esperar a meia-noite. Veria nessa hora duas grandes ondas,mais não deveria fazer nada,esperando por uma terceira:esta seria a filha do rei sebastião que apareceria na forma de uma cobra grande.
Para desencanta-la,teria de cortar o couro da cobra com uma faca bem afiada,sem medo.O rapaz concordou e,dias depois,fez como o combinado.Esperou a meia-noite,e quando chegou a terceira onda,viu em sua frente aquela enorme cobra,ficou apavorado e fugiu ouvindo ainda uma voz que dizia."há ingrato,roubaste meus encantos!".
O pescador voltou para casa,a onde chegou com febre alta.Nenhum tratamento médico ou de pajé foi capaz de curá-lo;morreu em poucos dias.




LENDA - O UIRAPURU

LENDAS

O UIRAPURU


         Certa vez um jovem índio guerreiro apaixonou-se pela esposa de um cacique. Esta também se namorara dele, porém, era um amor proibido. 
          O Jovem guerreiro sofria muito, pois amava, era correspondido, mas ambos não podiam viver esse amor, pois poderiam ser mortos se alguém da tribo descobrisse. 
          Com o tempo a bela esposa do cacique, foi esquecendo seu amor pelo jovem guerreiro. Porém, esse sofria toda vez que a via. 
         Um dia o jovem índio amanheceu muito doente, com uma forte febre. Ninguém, nem o pajé sabia o que ele tinha. O jovem índio sentia que estava doente de amor. 
         Não agüentando mais tanto sofrimento, pediu ao deus Tupã, que o transformasse em um pássaro, assim poderia ficar bem perto da amada sem oferecer perigo para os dois. 
        Tupã transformou-o em um pássaro vermelho telha, que possuía um magnifico canto. 
       O jovem guerreiro, agora transformado em pássaro, cantava todas as noites para a amada. 
       Porém, quem notou o seu belo canto foi o cacique, que tentando aprisioná-lo numa gaiola, correu para capturá-lo e acabou perdendo-se na floresta. Ao Uirapuru restou o sonho de que a sua amada descobrisse que ele era o jovem guerreiro e assim quebrasse o encanto. 
       O Uirapuru é considerado um pássaro que traz boa sorte,um ser mágico. Quem o encontra pode fazer um pedido que se tornará realidade. 
        Os nativos da floresta relatam que quando o Uirapuru canta, toda a floresta fica em silêncio rendendo-lhe homenagem.

TEOLOGIA - leitura - A CANÇÃO DE ANA



TEOLOGIA
       LEITURA
O CÂNTICO DE ANA

O meu coração exulta no Senhor; o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca dilata-se contra os meus inimigos, porquanto me regozijo na tua salvação.
 Ninguém há santo como o Senhor; não há outro fora de ti; não há rocha como a nosso Deus.
Não faleis mais palavras tão altivas, nem saia da vossa boca a arrogância; porque o Senhor é o Deus da sabedoria, e por ele são pesadas as ações.
 Os arcos dos fortes estão quebrados, e os fracos são cingidos de força.
 Os que eram fartos se alugam por pão, e deixam de ter fome os que eram famintos; até a estéril teve sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraquece.
 O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer ao Seol e faz subir dali.
 O Senhor empobrece e enriquece; abate e também exalta.
 Levanta do pó o pobre, do monturo eleva o necessitado, para os fazer sentar entre os príncipes, para os fazer herdar um trono de glória; porque do Senhor são as colunas da terra, sobre elas pôs ele o mundo.
 Ele guardará os pés dos seus santos, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas, porque o homem não prevalecerá pela força.
 Os que contendem com o Senhor serão quebrantados; desde os céus trovejará contra eles. O Senhor julgará as extremidades da terra; dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido.
 Então Elcana se retirou a Ramá, à sua casa. O menino, porém, ficou servindo ao Senhor perante e sacerdote Eli.


I SAMUEL 2:01-11

TEOLOGIA - leitura - A SALVAÇÃO É PROCLAMADA


TEOLOGIA
     LEITURA
A SALVAÇÃO É PROCLAMADA


O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;
a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado
E eles edificarão as antigas ruínas, levantarão as desolações de outrora, e restaurarão as cidades assoladas, as desolações de muitas gerações.
E haverá estrangeiros, que apascentarão os vossos rebanhos; e estranhos serão os vossos lavradores e os vossos vinheiros.
Mas vós sereis chamados sacerdotes do Senhor, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis as riquezas das nações, e na sua glória vos gloriareis.
Em lugar da vossa vergonha, haveis de ter dupla honra; e em lugar de opróbrio exultareis na vossa porção; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria.
Pois eu, o Senhor, amo o juízo, aborreço o roubo e toda injustiça; fielmente lhes darei sua recompensa, e farei com eles um pacto eterno.
E a sua posteridade será conhecida entre as nações, e os seus descendentes no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como descendência bendita do Senhor.
Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como noivo que se adorna com uma grinalda, e como noiva que se enfeita com as suas jóias.
Porque, como a terra produz os seus renovos, e como o horto faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor perante todas as nações.

 Isaías 61:1-11

FAMÍLIA - DEZ MANDAMENTOS PARA DESEDUCAR SEU FILHO


Família

Dez mandamentos para deseducar seu filho

1.      Dê a seu filho tudo que ele queira;
2.   Não lhe dê nenhuma educação espiritual;
3.   Não aponte os erros que ele comete;
4.   Junte tudo o que  ele deixa espalhado pelo chão: livros, cadernos, roupas, sapatos, brinquedos, etc.;
5.    Deixe que leia toda matéria que lhe caia nas mãos;
6.   Brigue e discuta na sua presença;
7.    Dê-lhe quanto dinheiro pedir;
8.   Satisfaça todos os caprichos em matéria de bebidas, comida e conforto;
9.   Tome sempre o partido de seu filho em conflitos. Com a polícia, professores, vizinhos e outras crianças.
10.                     Quando seu filho se envolver numa briga mais séria, justifique suas atitudes com essas palavras: “ Essa criança sempre foi impossível, ela é assim mesmo!”

A relação entre drogas e outros problemas sociais é inegável. A dependência além do usuário, a família e a sociedade. Os crimes relacionados com drogas sobrecarregam os tribunais, os órgãos de assistência social e a polícia. Mas sabemos que o problema pode ser diminuído. A polícia não pode fazer a tarefa sem ajuda dos pais, das escolas, da justiça e de outros grupos comunitários. Todos devem estar unidos no combate às drogas.
 (

EDUCAÇÃO - A CHAVE DO CONHECIMENTO


EDUCAÇÃO

A CHAVE DO CONHECIMENTO
    
         Você que é estudante, recebe instruções de seus professores que nem sempre consegue cumprir. Muitas vezes é por nem ter  ideia do que acontece com uma palavra “dentro de você”. O sim entra pelos ouvidos e vai até o cérebro onde vira conhecimento. Conhecimento é tudo aquilo que você sabe. É a soma de tudo que usa para poder viver. Algumas coisas você nem percebe que sabe... aprendeu sem nem sentir! Mas, há um conhecimento que é dirigido a cada um dos alunos nas escolas. Para ficar com esse saber algumas ações são necessárias. Entre elas, precisa saber como cada conhecimento passa a fazer parte de sua vida. Como isso acontece?
         Cada coisa sabida serve de base para conhecer novas coisas. A palavra planta, por exemplo, serve de base para entender flor, fruta, vegetal, vegetação, capim, mato, samambaia, alface. Sem ter ter a ideia do que seja uma planta seria difícil ou até impossível compreender tudo o que for do mundo das plantas. É como se uma palavra servisse de mãe para que outras palavras pudessem existir em nossa mente. Interessante não é mesmo? Sim, mas e como foi que começamos a montar esse depósito de palavras que funcionam como mães de outras palavras?
         Antes de aprendermos essas primeiras palavras, foi preciso que aprendêssemos o funcionamento da fala e o que seriam as palavras. Aprendemos esse mecanismo junto com o aprendizado das primeiras palavras. E foi nossa mãe quem nos ensinou como tudo funciona. Como? Bem, quando ainda estávamos em  crescimento na barriga de nossa mãe, o calor do corpo dela pode ter sido a primeira informação de carinho que recebemos, como se nos dissesse o tempo todo que nos amava. Depois que nascemos o mesmo calor nos era dado em seu colo enquanto estávamos mamando. Ali, em seu volo ela passava a mão em vosso corpo e falava alguma coisa em tom carinhoso. Esses sons vindos de alguém que nos alimentava, fazia carinho e que nos amava, era outra forma de carinho que nos esforçávamos para entender.
         Repetindo tantas vezes o mesmo gesto e mesmo som, acabamos por entender como funcionava a coisa toda. Cada som era uma palavra. Cada palavra queria dizer uma coisa. Cada palavra era o modo de se comunicar conosco: Vem nenê, vem... vem mamãe. Ma-mãe... dá... pa-pa... Cada palavra era o nome de uma imagem que reconhecíamos – ela é mamãe... eu ... sou nenê. Fixamos então em nossa imaginação uma figura e a ela um som, uma palavra. Pronto ... funcionou... começamos a brincar de ouvir, depois a brincar de falar, depois a brincar de pensar. Pensar?
         Pois é, o pensamento funciona com figuras e palavras que nomeiam essas figuras. Pensamos a palavra bola pela imagem de uma bola. Cada palavra nova cai precisar de uma nova imagem para podermos registrar na memória. O que é ZPTYX ? Não sei! Só vou poder saber depois que você me disser o que é ... depois de ter associado sua imagem com o nome que recebe.
         Então, pense bem... Será que não é mais fácil para aprendermos aquilo que podemos saborear, cheirar, tocar, ouvir  e ver? Foi fácil saber o que era banana... e não é a mesma coisa aprender que o Universo não tem começo e nem fim. O que há de diferente entre esses dois “objetos” de conhecimento? Bana é fruto, alimento, palpável, que tem odor, densidade, forma, cor... enfim, algo concreto. Universo, ao contrário, é uma ideia nova, que não temos a que comparar – ou seja, que não tem na nossa cabeça uma palavra mãe – e que fica difícil fazer uma figura para criar a ideia do que seja algo sem começo e nem fim. É difícil por ser abstrato, não dá para sentir, cheirar, tocar, saborear ou ver... Não se preocupe, todos  temos sempre algo difícil para aprender... mas nunca deixar de tentar!

Eduardo Paulo Bernardi Junior

quarta-feira, 24 de abril de 2013

TEOLOGIA - leitura - OS MANDAMENTOS


Teologia
Leitura
Os mandamentos

ÊXODO 20:01-06

Deus falou, e foi isto o que ele disse:
— Meu povo, eu, o Senhor, sou o seu Deus. Eu o tirei do Egito, a terra onde você era escravo.
— Não adore outros deuses; adore somente a mim.
— Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os seus bisnetos e trinetos. Porém sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençoo os seus descendentes por milhares de gerações.

VIRTUDE - SOLIDARIEDADE - CASACO DE PASSARINHO


Virtude
Casaco de passarinho

       Era uma árvore interessante, bonita e absolutamente disciplinada.
       Todos os anos seguia a mesma rotina: se enchia de folhas e flores e na primavera, continuava alegremente vestida no verão, e quando chegava o outono começava a tirar a roupa: quando mais o tempo esfriava, mais roupa ela tirava. No inverno, todas as folhas caíam e ela, completamente nua, aguentava o frio, sem dar um pio.
       Um dia porém, a árvore se manifestou: “atchim!”, “Saúde”!, responderam os passarinhos aflitos; recolhendo seus ovos dos ninhos. Foi aí que alguns pardais, com pena da pobre árvore pelada, tiveram a ideia de ficar um pertinho do outro, asa com asa.
       Perfilados e juntos, os passarinhos fizeram um enorme cachecol para a árvore. O inverno terminou, as folhas voltaram, e quando veio a primavera, a árvore agradeceu mandando mais flores. No verão seguinte, ela deu muitos frutos a mais do que sempre tinha dado. Os passarinhos comeram como nunca, tiveram grandes ninhadas e, no inverno seguinte, além do cachecol, a árvore ganhou casaco, luvas e até um gorro, feito do corpo quente dos passarinhos felizes.

EDUCAÇÃO - A CANOA


EDUCAÇÃO
A CANOA

         Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
         - Companheiro. Você entende de leis?
         Responde o barqueiro:
         -Não.  Responde o barqueiro.
         E o advogado compadecido:
         - É pena, você perdeu metade da visa!
A professora muito social entra na conversa:
         - Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
         -Também não. Responde o remador.
         - Que pena!
         Condói-se a mestra.
         -Você perdeu metade da vida!
         Nisso chega uma onde bastante grande e vira o barco.
         O canoeiro preocupado, pergunta:
         - Vocês sabem nadar?
         -Não! – Responderam eles rapidamente.
         - Então é uma pena. Conclui o barqueiro.
         - Vocês perderam toda a vida!
         “ Não há saber mais ou caber menos: Há saberes diferentes”.(Paulo Freire)
         Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato. Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar...


terça-feira, 23 de abril de 2013

LENDAS - O SOLITÁRIO e o SOLIDÁRIO


LENDA CHINESA

O SOLIDÁRIO E O SOLITÁRIO

O CÉU E O INFERNO

Diz uma lenda chinesa:
Naquele tempo um discípulo perguntou ao vidente:
- Mestre, qual é a diferença entre o céu e o inferno? E o vidente respondeu:
- Ela é muito pequena e contudo com grandes consequências.
Vi um monte de arroz cozido e preparado como alimento. Ao redor dele muitos homens famintos, quase a morrer. Não podiam se aproximar do monte de arroz. Mas possuíam longos palitos de dois a três metros de comprimento – os chineses naquele tempo, já comiam arroz com palitos – Apanhavam, é verdade, o arroz, mas não conseguiam levá-lo a própria boca, porque os palitos em suas mãos eram muito longos. E, assim, famintos e moribundos , juntos, mas solitários permaneciam curtindo uma fome eterna, diante de uma fartura inesgotável. É isso era o inferno.
Vi outro grande monte de arroz cozido e preparado como alimento. Ao redor dele muitos homens famintos, mas cheios de vitalidade. Não podiam se aproximar do monte de arroz, mas possuíam longos palitos de dois a três metros de comprimento. Apanhavam o arroz, mas não conseguiam levá-lo à própria boca, porque os palitos em suas mãos eram muito longos. Mas com seus longos palitos, em vez de levá-los a própria boca,  serviam –se uns aos outros o arroz. E assim matavam sua fome insaciável. Numa grande comunhão fraterna. Juntos e solidários gozando a excelência dos homens e das coisas. E isso era o céu.