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terça-feira, 6 de agosto de 2013

MODA MASCULINA - Tudo o que você precisa saber sobre o TERNO

Moda
MASCULINA
Tudo o que você precisa saber sobre o TERNO
Dois segundos. É esse o tempo para o outro criar uma impressão a nosso respeito, segundo a Universidade de Harvard. Uma impressão que pode ou não se confirmar de acordo com nossas atitudes, postura e, principalmente, caráter. Mas na hora de se apresentar para um cliente, conduzir uma reunião ou até mesmo numa entrevista de emprego essa impressão causada pela imagem pode ser decisiva.
Este é um dos motivos que muitas empresas adotam o terno como “uniforme de trabalho masculino”.  O conjunto de paletó e calça, acompanhado de camisa e gravata, transmite seriedade, credibilidade e a formalidade que algumas profissões necessitam. “Uma roupa intimamente ligada à ideia de poder”, segundo Fernando de Barros em seu livro Elegância – Como o homem deve se vestir.
Usar o terno como ferramenta para passar a melhor das impressões tem também seus truques. É importante que a modelagem favoreça o tipo físico, enquanto as combinações entre camisas e gravatas ajudam a expressar a personalidade. 
Algumas dicas que podem ajudá-lo a compor um look formal sob medida, ou seja, levando em conta o que o favorece e seu gosto pessoal:    

·    O paletó deve se ajustar perfeitamente ao formato dos ombros. É a primeira coisa que você deve observar na hora de comprar um terno.
·      A modelagem ideal cai rente ao corpo sem marcá-lo: o paletó não pode ser justo, nem largo demais – já que o excesso de tecido dá a impressão de que se é mais "cheinho". Experimente até encontrar a modelagem que vista melhor em você.
·    A manga da camisa deve aparecer sob o paletó: use a camisa cerca de 1 centímetro mais comprida do que o paletó para um visual mais elegante e alongado.
·   Uma sutileza que faz muita diferença: o colarinho mais adequado ao seu tipo físico. Escolha o que te mais favorece, de acordo com as dicas abaixo.
          Atenção às mangas compridas demais e às barras das calças cheias de sobras: na hora da compra atente a esses detalhes que fazem a diferença e peça ao vendedor para deixá-las na medida exata para você. A barra da calça deve estar na altura do peito do pé, sem sobras.
  O último botão do terno deve ser usado sempre aberto.
              A gravata deve estar acima do cinto.
  A cor da meia deve estar alinhada com a cor da calça e do sapato. A palavra-chave aqui é discrição: quanto menos se destacarem, melhor.
Personalize o jogo entre camisa e gravata de acordo com seu estilo. Mais discreto? Camisa lisa ou listrada com gravata lisa sempre dá certo. Gosta de um pouco mais de ousadia? Misture padrões como o quadriculado da camisa com as listras da gravata. Para não errar na combinação procure uma cor em comum entre as estampas.
Sapatos clássicos de couro completam a produção. O preto é um curinga: vai bem com terno azul marinho, preto e cinza – as melhores cores para se ter no  guarda-roupa.  
Não custa lembrar: esqueça as gravatas de personagem

BELEZA - Guerra anti idade: descubra como evitar e tratar as rugas

Moda
BELEZA
Guerra anti idade: descubra como evitar e tratar as rugas
Você está ficando velho. É isso mesmo: você está envelhecendo irremediavelmente. Mas não se preocupe, você não é o único. De acordo com o último censo demográfico apresentado pelo IBGE, a esperança de vida em nosso país já ultrapassa os 74 anos de idade. E se os anos levam consigo lembranças e boa parte da juventude, trazem também conhecimento, paciência e claro, as rugas. Evitados e combatidos pela maior parte das pessoas, os sinais do tempo chegam para todos. Mas será que é mesmo possível dar um fim às marcas da longevidade?
As rugas são vincos que se formam na pele humana em processo de envelhecimento. Podem se originar de movimentos faciais repetidos, são as chamadas marcas de expressão, ou da ação da gravidade. Existem algumas possibilidades de tratamento, que apresentamos a seguir, mas é importante lembrar que a melhor política ainda é a prevenção. A dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Maria Paula Del Nero, afirma que a regra é sempre limpar, hidratar e proteger a pele. E ela também alerta: nada de usar cremes anti-rugas precocemente. "Antes dos 25 anos não devemos utilizar cremes antiidade, pois são mais oleosos e podem causar acne. O ideal é usar o creme certo para cada faixa etária", pondera.
Chegada a hora, o cuidado correto com a pele pode prolongar sua vitalidade. Conheça algumas alternativas:

Dermocosméticos
A hidratação com produtos utilizados em casa pode minimizar linhas finas, preencher vincos e reforçar a elasticidade da pele. Peça ao seu dermatologista cremes que contenham entre seus ativos o ácido retinóico, derivado da vitamina A e com comprovada ação antienvelhecimento; o retinol - versão mais branda do primeiro ativo; o ácido glicólico, capaz de suavizar a pele; ou as vitaminas C e E, que tem ação antioxidante.

Procedimentos específicos
No consultório, algumas intervenções podem reduzir rugas e flacidez em até 50%. Fomos atrás das dicas sugeridas pela dermatologista Maria Paula Del Nero para descobrir o que prometem alguns e quanto custam. Para tentar:
1.   Ulthera: ultrassom que age na flacidez do músculo. A aplicação no rosto custa em média R$3000,00 e permite o retorno imediato às atividades diárias. Melhora a flacidez do rosto, do pescoço e dos olhos em cerca de 50%.
2.   Smartxide-laser de co2 fracionado: trata rugas finas do rosto e ainda estimula o colágeno, melhorando a flacidez. O custo médio é de R$1000,00 por sessão. Pode atenuar rugas finas em até 40%.
3.   Skinbusters: aplicação de ácido hialurônico intradérmico para amenizar rugas finas da rosto, pescoço e colo. Funciona especialmente para as linhas abaixo dos olhos. Custa em média R$ 600,00 por sessão e melhora cerca de 40% as rugas.

Faça em casa
A repórter e apresentadora Glória Maria já contou que um dos segredos de sua pele jovem é a mistura de cremes receitada pelo cirurgião plástico Ivo Pitanguy. A receita inclui Bepantol, Hipoglós e ampolas de vitamina A e E. Basta misturar, a cada aplicação, uma pequena quantidade dos ingredientes e espalhar no rosto conforme a necessidade. Não é recomendado deixar uma porção grande da mistura pronta, para não estragar.
Maria Paula Del Nero avalia: "Esta é uma velha e boa receita, que reúne a vitamina A, e E e ingredientes para a hidratação da pele. Mas funciona melhor para peles secas".


EDUCAÇÃO - UM TRABALHO DE COOPERAÇÃO

Educação

Um trabalho em cooperação

É necessário que as fronteiras e a hierarquia entre família e escola tornem-se menos rígidas, o que será possível a partir da (re)definição das tarefas educativas de cada sistema.

Historicamente, desde a década de 1950, quando houve o surgimento do movimento higienista, a família passou a ser alvo de intervenções e orientações para o cuidado e a criação dos filhos (Oliveira, 2002). As escolas também foram imbuídas de uma ação higienista em relação à família e voltada à educação de crianças saudáveis. Estudos atuais reiteram a continuidade desse movimento naturalizado dentro e fora da escola. O professor, nessa perspectiva, passa a reproduzir a hierarquia existente entre o saber da escola sobre o da família (Carvalho, 2004; Viana, 2005).
          Estudiosos do tema sugerem que, para modificar alguns aspectos dessa relação, é preciso que os profissionais envolvidos na educação aceitem que seu saber educativo não pode distanciar-se do saber das famílias nem se colocar acima dele (Vila, 2003). Convergência e aproximação dos saberes parece ser a “receita” para a construção de relações de confiança mútua e cooperação entre a família e a escola, compartilhando um mesmo projeto educativo. Também é preciso que as escolas reflitam sobre suas práticas pedagógicas, assumindo as responsabilidades de sua ação, revertendo a postura “queixosa” em relação à família e tomando-a como parceira (Ditrano e Silverstein, 2006).
         Frente a esse desafio, vários estudos têm apresentado um resultado preocupante: à medida que os alunos progridem na escola, a família participa e os acompanha menos (Silveira, 2007). Se a relação tende a ser enfraquecida conforme as crianças e os adolescentes evoluem na escola, no ensino médio temos uma perspectiva de lassidão e afastamento entre família e escola.


Como fica a relação família-escola?

Não é novidade que o ensino médio vem sendo alvo de diversos questionamentos feitos pela sociedade brasileira, seja por questões contextuais relacionadas à proposta educativa, pelas mudanças nas vivências dos adolescentes, por questões socioeconômicas e culturais ou pela interdependência entre esses fatores (Epstein, 2002; Reis, 2012). Devido à tardia democratização do ensino médio na escola pública brasileira, sua identidade ainda é confusa e inacabada (Krawczyk, 2011).
         Nesse panorama, os alunos desejam participar dessa etapa escolar e têm uma imagem positiva da escola, mas, por vezes, esbarram na incompreensão de aspectos específicos da apropriação dos saberes. Tal fato apresenta-se como um fenômeno importante em nossa realidade e encontra respaldo em diversos estudos que se fundamentam na importância da relação família-escola para melhor desenvolvimento e rendimento escolar dos adolescentes.
         O ensino médio abarca um bom período da adolescência, etapa da vida bastante intensa, repleta de conflitos e tarefas de grande repercussão na vida do jovem e de sua família. A (des)construção da identidade adolescente/jovem, as escolhas afetivas e sexuais, a escolha profissional, a autonomia/dependência dos grupos e as oposições familiares são alguns dos pontos de conflito que surgem nessa relação entre os sistemas educativos. Estudos internacionais têm mostrado que programas bem-delineados para melhorias na relação família-escola podem ajudar as famílias a apoiar a educação dos filhos no ensino médio (Polonia e Dessen, 2005).
        Um modelo de estudos, pesquisas e intervenções tem sido utilizado em um centro de estudos americano, a Johns Hopkins University (Epstein et al., 2002), para desenvolvimento da parceria família-escola-comunidade. Esse modelo contempla a análise de seis tipos de envolvimento dos contextos em questão (parentalidade, comunicação, voluntariado, aprendizagem em casa, tomada de decisões e colaboração com a comunidade). Os autores, além de enfatizar cada um desses elementos, referem sugestões de atividades para o fortalecimento dessa parceria.
       A referência à parentalidade e as relações entre pais e filhos trata da importância da promoção de atividades para o fortalecimento das habilidades parentais, das condições em casa para a aprendizagem dos filhos e da compreensão do desenvolvimento do adolescente. Promover a criação de espaços como workshops, painéis e grupos em que os pais possam trocar ideias entre si, com especialistas e educadores a respeito da adolescência, seria o recomendado, pois esse tema é gerador de grandes prejuízos acadêmicos, familiares e sociais, contemplando a discussão acerca dos papéis e das responsabilidades de cada sujeito — aluno, escola e família.
          Destaca-se ainda a necessidade de novas formas de comunicação família-escola, abordando-se novos assuntos além de problemas disciplinares e rendimento escolar dos alunos. Em estudos brasileiros, também há evidências de que a comunicação escrita sobre a disciplina é a referência das famílias a respeito do tema, a qual lhes chega como queixa da escola (Silveira, 2007). Por isso, esse tema tem-se revelado um grande desafio, especialmente para as escolas.
         O voluntariado, prática mais comum nas escolas americanas do que nas brasileiras, abrange as ações que visam ao envolvimento das famílias e da comunidade em geral nos programas que a escola desenvolve, favorecendo-os. Muitos alunos continuam colaborando com a escola após a conclusão dos estudos. Em outros países, até mesmo da América Latina, a prática é comum em relação a atividades cívicas; no Brasil, observa-se a existência de tais ações voltadas ao bom rendimento escolar em vestibulares e provas de ingresso à universidade. A aprendizagem em casa, por sua vez, não deve englobar apenas atividades ou tarefas relacionadas às disciplinas da escola, e sim incluir tarefas interativas, ambientes que remetam a assuntos acadêmicos e decisões sobre os percursos após o ensino médio.
         A tomada de decisões leva as famílias à participação nas políticas educacionais que afetam a elas e a seus filhos. O incentivo à participação em conselhos escolares, associações de pais e mestres e até mesmo representações de turma em cada escola são exemplos de possibilidades de participação na vida acadêmica dos filhos. Em nosso contexto, é fundamental o exercício da cidadania dos pais como parceiros da escola frente aos objetivos educacionais. Entretanto, o que se tem observado é que, muitas vezes, a participação dos pais vai apenas ao encontro da defesa de seus interesses econômicos e privados, o que reitera a falta de desejo da escola pela participação familiar.
         Por fim, a dimensão relativa à colaboração com a comunidade mostra-se pouco expressiva na sociedade brasileira. Entende-se que esta ainda é uma prática em construção e que a escola seria o espaço apropriado para o exercício de tais valores. A diversidade do nosso país seria uma ótima oportunidade para o crescimento dos grupos, já que a ideia de colaboração envolve integração cultural, religiosa, de organizações econômicas e até mesmo de escolas públicas e privadas.


Como fazer?

É fundamental que se entenda que pais e professores assumem lugares distintos e cumprem funções diferentes, porém complementares, na educação de crianças e adolescentes. Aproximar os pontos convergentes e definir algumas responsabilidades certamente potencializaria os recursos existentes nessa relação em benefício dos sujeitos que não podem prescindir de nenhuma das duas instâncias em sua formação.
           Uma das propostas para atingir a esperada convergência entre os dois sistemas educativos é a coerência entre as práticas educativas do sistema escolar e familiar. Para isso, é importante criar entre família e escola um espaço de acolhimento, ajuda e aprendizado mútuo de estratégias produtivas e eficazes na educação de jovens e crianças.
           Resultados de pesquisas revelam que a família e a escola ocupam domínios específicos e intransponíveis frente às suas ações. Desse modo, corre-se o risco de que, com ações exclusivas, os sistemas percam força e suas estratégias tornem-se menos eficazes. Essa falta de articulação das ações educativas de ambos os sistemas revela a passividade e a falta de participação parental na escola devido à aceitação do saber “dos especialistas” como superior (Dowling, 1996; Silveira, 2007).
           Parece que a família encontra-se “desempoderada” de suas funções educativas, enfraquecida na sua autoridade, tanto pela manutenção do movimento higienista quanto pela difusão das ideias psicológicas sobre a adolescência. O turbilhão vivido por adolescentes e suas famílias agora se apresenta à escola, questionando não apenas métodos, técnicas e conteúdos, mas também práticas e valores educativos. A quantidade de informação disponível sobre a adolescência parece, paradoxalmente, facilitar e ao mesmo tempo assustar os pais quanto à educação de seus filhos.
          Será realmente possível construir um modelo cooperativo? É necessário que as fronteiras e a hierarquia entre família e escola tornem-se menos rígidas, o que será possível a partir da (re)definição das tarefas educativas de cada sistema para que se efetive a ideia de cooperação. Destaca-se, então, a importância de um olhar que contemple a interdependência da família e da escola, ampliando a compreensão de fenômenos como a educação de crianças e adolescentes. As possibilidades de intervenção e investigação em tais contextos são um campo fértil, especialmente em caráter preventivo para a otimização de tais sistemas como espaços promotores de saúde. Afinal, “Navegar é preciso; viver não é preciso!”.
·         Luiza Maria de Oliveira Braga Silveira é psicóloga, mestre e doutora em Psicologia e professora do curso de Psicologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Crédito das imagens:
Foto de ©iStockphoto.com/fotostorm


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

VIRTUDES - ARREBENTANDO O CASULO

VIRTUDES


Arrebentando casulos


Já passei por algumas fases. Teve aquela das pontuações, de ir ganhando tudo. Depois, de ir perdendo as vidinhas e, finalmente, "game over". É horrível quando a gente está num jogo, porém, há a permissão de tentar de novo. Há jogos, inclusive, que você pode recomeçar de onde parou. E a vida? Dá para recomeçar de onde paramos?
Fiquei pensando nisto. Ué, por que não? Às vezes a gente para no tempo, se fecha num casulo esquisito e acha que, se resguardando do mundo lá fora, tudo fica bem. O problema é que acontece o contrário, já que o nosso mundo de dentro está em redemoinho, derrubando tudo, destruindo o pouco que nos resta de tudo que fôra de melhor. A gente perde a compaixão.
Algumas fases já não são as mesmas, é verdade. Até porque tudo evoluiu. O mundo lá fora evoluiu e pode ser que a gente não tenha acompanhado a "evolução" no mesmo ritmo. Até porque a nossa evolução é única. E depende de cada um de nós. Daquele momento decisivo: do start, que nos leva para onde sempre quisermos estar. Lógico que o tempo passou, mas começar de onde paramos não significa voltar no tempo. Mas, permitir-se sentir o que ficou no limbo do descaso, das decepções, das angústias criadas por ilusões.
Por vezes, a gente para em algumas fases também. Estanca. Mas, é preciso tentar de novo, agora com aquele élan de conseguir ultrapassar. Não dá para viver uma vida em depressão, não é? Não dá para chorar todos os dias. Maldizer a vida e culpabilizar os outros pelo sofrimento da gente. Não há culpados, porém, se a gente acreditar que fulano é, mesmo que não seja real, ele será... Quem decide o que vai sentir somos nós. Então, está na hora de mudar a "chavezinha" e desligar tudo o que é ruim. Para religar os bons sentimentos, o amor próprio, perdido em tantas bobagens. É hora de abraçar-se. Pedir perdão para si mesmo. Arrebentar o casulo e sair da escuridão. Já que a luz é tudo o que se quer e tudo que se pediu. Ao universo. A Deus. E Ele nunca falha...

LEITURA - CONFIANÇA EM DEUS

Teologia
Leitura

Confiança em Deus


 Então Jesus disse aos seus discípulos:
— É por isso que eu digo a vocês: não se preocupem com a comida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir. Pois a vida é mais importante do que a comida, e o corpo é mais importante do que as roupas. Vejam os corvos: não semeiam, não colhem, não têm despensas nem depósitos, mas Deus dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os pássaros? Qual de vocês pode encompridar a sua vida, por mais que se preocupe com isso? Portanto, se vocês não podem conseguir uma coisa assim tão pequena, por que se preocupam com as outras? Vejam como crescem as flores do campo: elas não trabalham, nem fazem roupas para si mesmas. Mas eu afirmo a vocês que nem mesmo Salomão, sendo tão rico, usava roupas tão bonitas como uma dessas flores. É Deus quem veste a erva do campo, que hoje está aqui e amanhã desaparece, queimada no forno. Então é claro que ele vestirá também vocês, que têm uma fé tão pequena! Portanto, não fiquem aflitos, procurando sempre o que comer ou o que beber. Pois os pagãos deste mundo é que estão sempre procurando todas essas coisas. O Pai de vocês sabe que vocês precisam de tudo isso. Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus, e Deus lhes dará todas essas coisas.
Jesus continuou:
— Meu pequeno rebanho, não tenha medo! Pois o Pai tem prazer em dar o Reino a vocês.

Lucas 12.22-32
   




domingo, 4 de agosto de 2013

SAÚDE - 7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber

Saúde
7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber
Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado
A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime? 
1.    Granola 

Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. "O recomendado por dia é 25 gramas", diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas.  
2.    Água de sabor 

Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia.  
3. Saladas perigosas 

A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.  
4. Açaí 

A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. "O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas", explica a nutricionista Rosana Farah.  
5. Comida japonesa 

Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é "No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês", aponta Rosana.  
. Refrigerante light ou zero 

Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. "Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce", diz ela.  
7. Barrinhas de cereais 

As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.  
ROBERTA LEMGRUBER




SAÚDE -Aprenda a controlar seu apetite em oito passos

Saúde
Aprenda a controlar seu apetite em oito passos
Reduzir o consumo de açúcares e gorduras é a principal mudança
Em um contexto que engloba a correria do dia a dia e o aumento das ofertas de inúmeras tentações culinárias, fazer dieta realmente não é uma tarefa das mais fáceis - é preciso muita força de vontade.
A loucura da vida moderna nos suga todo o tempo livre e a comida fácil, rápida ou pronta como as redes de fast-food, ricas em gordura,sal e açúcares, ganha mais espaço nas prateleiras de supermercados, fachadas de lojas e deliverys, sempre pronta para nos fazer ganhar mais tempo com sua rapidez e praticidade. Isso sem falar nas propagandas com imagens deliciosas e altamente tentadoras que nos fazem, quase sem querer, sair do sofá para um rápido ataque à geladeira. Pensamos em comida quase o tempo todo - é um estímulo atrás do outro, e que nos faz comer cada vez mais e com pior qualidade, tornando-nos propensos ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de doenças ligadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, entre outros.

Mas comida vicia?

Diversos estudos vêm constatando a perigosa relação do açúcar, sal e gorduras no aumento da produção de hormônios que causam a sensação de bem estar, como a dopamina e a serotonina, neurotransmissores que aumentam a fome. Em um ciclo vicioso, a sensação de bem estar que alimentos ricos em açúcar, sal e gordura proporcionam é de pouca duração e para mantê-la é necessário recorrer cada vez mais às guloseimas e em doses cada vez maiores. Não é à toa que esses ingredientes são a base da comida fast-food.
Com os alimentos ricos em açúcar, a sensação de satisfação vai se desfazendo na medida em que a insulina, substância produzida pelo pâncreas, vai saindo de cena, e quanto mais a insulina cai mais o corpo pede por ela, aumentando assim as estatísticas do aumento de diabetes, principalmente entre crianças e adultos com obesidade.
Hoje a recomendação dada para o açúcar refinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a de no máximo 10% do total das calorias ingeridas diariamente. Ou seja, se sua dieta for de 2000 calorias, sua ingesta deverá ser de até 200 calorias, o que dá um pouco menos de 2 colheres (sopa) de açúcar refinado ao dia. O que poucos seguem.
O correto é trocar o açúcar refinado, cheio de calorias vazias, pelo açúcar mascavo, repleto de nutrientes importantes, como selênio, vitaminas do grupo B e zinco. Lembrando, porém, que esse açúcar tem calorias e não devemos exagerar nas quantidades. Para pessoas que tem diabetes ou obesidade, o mais indicado é o uso de adoçantes em substituição ao açúcar branco.
Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça

E a gordura?

Dizem que o limite entre o prazer e o vício é a perda de controle sobre a quantidade que se vai ingerir. Mas a grande dúvida é: comemos mais do que o necessário porque somos esfomeados ou somos esfomeados porque os alimentos ricos em açúcar e gorduras nos fazem comer mais? Todos sabemos que a gordura aumenta o sabor da comida, portanto é necessário não se tornar refém desse sabor.
A gordura executa um papel importante para o desenvolvimento e manutenção do nosso corpo e devem estar inseridas em nossa alimentação diária, mas é necessário escolher sempre boas fontes e evitar o excesso de gordura saturada, que está presente nas carnes, queijos e frituras. Gordura saturada em excesso aumenta o colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardíacas.
Assim, algumas pessoas ao se darem conta que estão engordando resolvem iniciar dietas que prometem milagres sem ter que alterar muito seus hábitos alimentares, cortando de maneira aleatória grupos alimentares importantes para manter sua energia, saúde e imunidade em dia. Dietas malucas ou muito restritivas, como passar horas sem se alimentar, podem até trazer resultados rápidos, mas com certeza não serão duradouros, é muito complicado e difícil manter uma dieta aonde grupos inteiros devem ser cortados e a volta ao peso anterior se dará de forma rápida, o famoso efeito sanfona. Ter uma alimentação equilibrada e de bom senso, sem cortes radicais pode ser a melhor forma de você conseguir atingir seus objetivos, perder o peso em excesso sem comprometer sua saúde. 

Como controlar seu apetite em oito passos

No corre corre diário é comum para algumas pessoas pular o café da manhã ou almoçar muito pouco, não se alimentando de maneira correta - e com isso, invariavelmente à noite sua fome estará incontrolável, e beliscar até a próxima refeição acabará sendo inevitável.
Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça, e alimentar-se a cada três horas é o primeiro passo para não correr o risco de se descontrolar e atacar tudo o que vier pela frente quando a fome chegar. Inverta de forma gradativa esse quadro, comece o dia com um café da manhã reforçado e vá diminuindo as quantidades do que você come no decorrer do dia.
·         Invista em atividade física, ela é fundamental para sua saúde e qualidade de vida. Ela ajudará você a emagrecer e se manter magro
·         Mantenha uma alimentação balanceada, com todos os grupos alimentares, proteínas, gorduras boas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Mudanças de estilo de vida são muito eficazes no tratamento de emagrecimento
·         Aposte em alimentos termogênicos, capazes de aumentar o gasto calórico do organismo. Nessa lista, você encontra pimenta, chá verde, gengibre e outros
·         Faça check-ups periódicos, pois seu corpo precisa estar em equilíbrio para que você possa emagrecer sem riscos, e só fazendo os exames médicos da parte clínica, nutricional e hormonal você poderá detectar os entraves metabólicos que emperram a perda de peso
·         Aumente a ingestão de fibras, que além de melhorar o trato intestinal aumenta a sensação de saciedade
·         Use medicamentos quando necessário, como no caso da obesidade, que é uma doença de causa multifatorial e complexa, que em muitos casos necessita ser tratada com diversas estratégias, inclusive com o uso de medicamentos, que devem ser usados de maneira criteriosa e após avaliação detalhada do histórico do paciente
·         Diminua o estresse, pois estudos demonstram que o ganho de peso e os níveis de cortisol (conhecido como hormônio do estresse) estão intimamente ligados, ou seja, quanto maior o estresse, maior é o nível do cortisol e maior é a facilidade com que o indivíduo ganha peso. A má alimentação e sedentarismo fazem parte do círculo vicioso em que o indivíduo está inserido e para interromper este ciclo é necessário a adoção de hábitos e atividades que melhorem a qualidade de vida, como atividades ao ar livre, caminhadas e atividades lúdicas
·         Diminua o consumo de açúcares e gorduras, pelos motivos descritos acima na matéria e segundo a Associação de Neurociências do Canadá, existem pessoas que são mais vulneráveis a se viciarem em alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcares e gorduras, portanto evite-os!
·         Roberto Navarro
Nutrologia