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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

HISTÓRIA/LEITURA - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA


LEITURA
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
       No final do século XIX, a crise da monarquia no Reinado de D. Pedro II (1825-1891), segundo imperador do Brasil, era notória.
O descontentamento da população brasileira era óbvio, sobretudo dos militares, civis republicanos, elite agrária e abolicionistas.
Eles exigiam mudança de governo, ao mesmo tempo que buscavam melhores condições, participação política e liberdade de direitos.
Diversos foram os fatores que já vinham incomodando a população por meio de ações do governo monárquico vigente.
Um exemplo foi a crise econômica, afetada com as despesas da Guerra do Paraguai (1864 e 1870). Outros fatores foram: o aumento dos impostos e taxas, a corrupção na corte, a censura e o caráter centralizador da monarquia.
Além disso, havia a relação Estado-Igreja, o que levou à disseminação de inúmeras revoltas pelo país, as quais iam ao encontro das ideias monárquicas vigentes.
Podemos citar a Guerra dos Farrapos (1835-1845) que ocorrera no sul do país. Foi desencadeada pelos fazendeiros que estavam insatisfeitos com o aumento dos impostos territoriais e das taxas sobre as exportações dos produtos.
Além deles, os cafeicultores do oeste paulista exigiam mais autonomia, democracia e participação política. Em 1888, com a abolição da escravidão, outros fazendeiros e proprietários de escravos se voltam contra D. Pedro II, uma vez que esse fato acarretou a redução das produções gerando fortes crises na economia rural.
No dia 15 de novembro de 1889, Marechal Deodoro da Fonseca, principal chefe do exército brasileiro, com o apoio dos republicanos e militares (dos quais se destaca Benjamin Constant) preparam um levante militar.
Reuniram-se no Campo de Santana, no centro do Rio de Janeiro (que na época era a capital do Império). Estavam dispostos a derrubar o Império, obtendo sucesso no golpe de Estado.
Deodoro assina o documento que legitimaria o início da República no Brasil, encaminhado para a Corte, que exigia, entre outras coisas, a abdicação de D. Pedro II, por meio da saída do Imperador e da Família Real do país.
Com isso, a Proclamação da República representou a queda do Brasil Império (cerca de 70 anos). Ou seja, a imposição de uma nova forma de governo presidencialista pôs fim ao reinado de D. Pedro II, que parte com sua família, três dias após a proclamação, a 18 de novembro, rumo à Europa.
Proclamação da República no Brasil ocorreu dia 15 de novembro de 1889 e foi assinada pelo primeiro presidente do país, Marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892).
O evento representou o início da Era Republicana e o fim da Monarquia Constitucional Parlamentar no país, instaurando um novo regime no país de governo presidencialista.
Esse tipo de governo (regime republicano) vigora até os dias atuais no Brasil com participação da população na escolha do presidente, governadores e senadores.

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LEITURA - OS MANDAMENTOS


LEITURA
OS MANDAMENTOS
       Então Deus falou todas estas palavras:
— Eu sou o SENHOR, seu Deus, que o tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
— Não tenha outros deuses diante de mim.
— Não faça para você imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não adore essas coisas, nem preste culto a elas, porque eu, o SENHOR, seu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, mas faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.
— Não tome o nome do SENHOR, seu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
— Lembre-se do dia de sábado, para o santificar. Durante seis dias você pode trabalhar e fazer toda a sua obra, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao SENHOR, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. Porque em seis dias o SENHOR fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.
— Honre o seu pai e a sua mãe, para que você tenha uma longa vida na terra que o SENHOR, seu Deus, lhe dá.
— Não mate.
— Não cometa adultério.
— Não furte.
— Não dê falso testemunho contra o seu próximo.
— Não cobice a casa do seu próximo. Não cobice a mulher do seu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao seu próximo.


   LEVÍTICO 20:01-17

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LEITURA - PROMESSA E ADVERTÊNCIA


LEITURA
PROMESSA E ADVERTÊNCIA
       — Eis que eu envio um Anjo adiante de vocês, para que os guarde pelo caminho e os leve ao lugar que tenho preparado. Deem atenção a ele e ouçam o que ele diz. Não se rebelem contra ele, porque não perdoará a transgressão de vocês; pois nele está o meu nome. Mas, se vocês ouvirem atentamente o que ele disser e fizerem tudo o que eu ordeno, então serei inimigo dos que são inimigos de vocês e adversário dos que são adversários de vocês. Porque o meu Anjo irá adiante de vocês e os levará aos amorreus, aos heteus, aos ferezeus, aos cananeus, aos heveus e aos jebuseus; e eu os destruirei. Não se curvem diante dos deuses deles, nem os adorem, nem sigam os costumes deles; pelo contrário, destruam totalmente esses ídolos e despedacem as suas colunas. Adorem o SENHOR, o Deus de vocês, e ele abençoará o pão e a água de vocês. Tirarei as enfermidades do meio de vocês. Na sua terra não haverá mulher que aborte, nem estéril. Darei a vocês uma vida longa.
— Enviarei o meu terror diante de vocês, confundindo todos os povos que vocês encontrarem. Farei com que todos os seus inimigos virem as costas e fujam de vocês. Também enviarei vespas diante de vocês, que expulsem os heveus, os cananeus e os heteus de diante de vocês. Não os expulsarei de diante de vocês num só ano, para que a terra não se torne em desolação, e as feras do campo não se multipliquem contra vocês. Pouco a pouco os expulsarei de diante de vocês, até que vocês se multipliquem e tomem posse da terra. Porei as suas fronteiras desde o mar Vermelho até o mar dos filisteus e desde o deserto até o Eufrates; porque entregarei nas suas mãos os moradores da terra, para que vocês os expulsem de diante de vocês. Não façam nenhuma aliança com eles, nem com os deuses deles. Eles não habitarão na sua terra, para que não façam com que vocês pequem contra mim; se adorarem os deuses deles, isso será uma cilada para vocês.


   LEVÍTICO 23:20-33

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LEITURA - CELEBRAÇÃO


LEITURA
CELEBRAÇÃO
       — Conte sete semanas de anos, isto é, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos somem quarenta e nove anos. Então, no sétimo mês, aos dez dias do mês, você fará soar a trombeta; no Dia da Expiação, vocês farão soar a trombeta por toda a terra de vocês. Santifiquem o quinquagésimo ano e proclamem liberdade na terra a todos os seus moradores. Esse será um ano de jubileu para vocês, e cada um de vocês voltará à sua propriedade, cada um de vocês voltará à sua família. O quinquagésimo ano será jubileu para vocês; não semeiem o campo, não colham o que nascer por si mesmo, nem colham as uvas das vinhas não podadas. Porque é jubileu, será santo para vocês; o produto do campo vocês podem comer.
— Neste Ano do Jubileu, cada um de vocês voltará à sua propriedade.
— Quando você vender algo ao seu próximo ou comprar alguma coisa dele, não explore o seu irmão. Você comprará do seu próximo com base no número dos anos desde o último Jubileu; e, segundo o número dos anos das colheitas até o próximo Jubileu, ele venderá a você. Sendo muitos os anos, você aumentará o preço e, sendo poucos, você abaixará o preço; porque ele está vendendo a você o número das colheitas. Que ninguém explore o seu próximo; cada um, porém, tema o seu Deus; porque eu sou o SENHOR, o Deus de vocês.
— Observem os meus estatutos e cumpram os meus juízos; assim, vocês habitarão seguros na terra. A terra dará o seu fruto, e vocês terão comida à vontade e nela habitarão em segurança. Se vocês perguntarem: “Que comeremos no sétimo ano, se não podemos semear nem fazer a colheita?”, saibam que eu lhes darei a minha bênção no sexto ano, para que a terra produza o suficiente para três anos. No oitavo ano, vocês semearão e comerão da colheita anterior até o nono ano; até que venha a colheita do nono ano, vocês comerão da antiga. Também a terra não será vendida em definitivo, porque a terra é minha; pois vocês são para mim estrangeiros e peregrinos. Portanto, em todas as terras da propriedade de vocês, permitam que as terras sejam resgatadas.
— Se alguém do seu povo empobrecer e vender alguma parte das suas propriedades, então virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que esse seu irmão vendeu. Se alguém não tiver resgatador, porém vier a tornar-se próspero e achar o bastante com que a remir, então contará os anos desde a sua venda, e o que ficar restituirá ao homem a quem vendeu; e assim poderá voltar à sua propriedade. Mas, se as suas posses não lhe permitirem reavê-la, então a propriedade que for vendida ficará na mão do comprador até o Ano do Jubileu; porém, no Ano do Jubileu, sairá do poder deste, e aquele poderá voltar para a sua propriedade.
— Se alguém vender uma casa de moradia em cidade murada, poderá resgatá-la antes que se complete um ano a contar de sua venda; durante um ano, será lícito o seu resgate. Se, depois de passado um ano, não for resgatada, então a casa que estiver na cidade que tem muralhas pertencerá em definitivo ao que a comprou, de geração em geração; não sairá do poder dele no Jubileu. Mas as casas das aldeias que não têm muralhas ao redor serão estimadas como os campos da terra; para elas haverá resgate, e sairão do poder do comprador no Jubileu. Mas, com respeito às cidades dos levitas, às casas das cidades da sua propriedade, os levitas terão direito perpétuo de resgate. Se o levita não resgatar a casa que vendeu, então a casa comprada na cidade da sua propriedade sairá do poder do comprador, no Jubileu; porque as casas das cidades dos levitas são a sua propriedade no meio dos filhos de Israel. Mas o campo em volta das suas cidades não será vendido, porque pertence a eles para sempre.

   LEVÍTICO 25:08-34

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LEITURA - AJUDE O POBRE


LEITURA
AJUDE O POBRE
       — Se alguém do seu povo se tornar pobre e as suas mãos se enfraquecerem, então você tem o dever de sustentá-lo; ele viverá com você como estrangeiro e peregrino. Não cobre dele juros nem ganho, mas tema o seu Deus, para que esse seu irmão possa viver perto de você. Não cobre juros sobre o dinheiro que emprestar a ele, nem dê mantimento a ele esperando obter lucro. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, que os tirei da terra do Egito, para dar a vocês a terra de Canaã e para ser o seu Deus.
— Também se alguém do seu povo se tornar pobre, estando ele com você, e vender-se a você, não o faça servir como escravo. Trate-o como um trabalhador diarista ou estrangeiro que mora com você. Até o Ano do Jubileu ele trabalhará para você; então ficará livre de você, ele e os filhos dele, e voltará à sua família e à propriedade de seus pais. Porque eles são meus servos, que tirei da terra do Egito; não serão vendidos como escravos. Não domine sobre eles com tirania, mas tema o seu Deus.


   LEVÍTICO 25:35-43

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LEITURA - UMA BENÇÃO


LEITURA
UMA BENÇÃO
       O SENHOR disse a Moisés:
— Fale com Arão e com os seus filhos, dizendo que abençoem os filhos de Israel do seguinte modo:

“O SENHOR os abençoe
e os guarde;
o SENHOR faça resplandecer
o seu rosto sobre vocês
e tenha misericórdia de vocês;
o SENHOR sobre vocês
levante o seu rosto
e lhes dê a paz.”

— Assim, os sacerdotes porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.


   NÚMEROS 06:22-27

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LEITURA - O POVO MURMURA


LEITURA
O POVO MURMURA
       E o populacho que estava no meio deles veio a ter grande desejo das comidas dos egípcios. Também os filhos de Israel começaram a chorar outra vez, dizendo:
— Quem nos dará carne para comer? Lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito. Que saudade dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos! Mas agora a nossa alma está seca, e não vemos nada a não ser este maná.
O maná era como semente de coentro, e a sua aparência era semelhante à de bdélio. O povo ia por toda parte e o colhia. Eles o moíam em moinhos ou o socavam em pilões. Depois o cozinhavam em panelas e dele faziam bolos. O sabor do maná era como o de bolos amassados com azeite. Quando, de noite, descia o orvalho sobre o arraial, sobre este também caía o maná.
Então Moisés ouviu como o povo chorava por famílias, cada um à porta da sua tenda. O SENHOR ficou muito irado, e Moisés também não gostou daquilo. Moisés disse ao SENHOR:
— Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei favor aos teus olhos, visto que puseste sobre mim a carga de todo este povo? Será que fui eu quem concebeu todo este povo? Será que fui eu quem o deu à luz, para que me digas que o leve no colo, como a babá leva a criança que mama, até a terra que prometeste dar a seus pais? Onde eu poderia conseguir carne para dar a todo este povo? Pois chora diante de mim, dizendo: “Dê-nos carne para comer.” Eu sozinho não posso levar todo este povo, pois é pesado demais para mim. Se me tratas assim, mata-me de uma vez. Se achei favor aos teus olhos, peço que não me deixes ver a minha miséria.



   NÚMEROS 11:04-15

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LEITURA - DOZE HOMENS ENVIADOS PARA EXPLORAR


LEITURA
DOZE HOMENS ENVIADOS PARA EXPLORAR
       O SENHOR disse a Moisés:
— Envie alguns homens que espiem a terra de Canaã, que eu vou dar aos filhos de Israel. Enviem um homem de cada tribo de seus pais, sendo cada qual chefe entre eles.
Moisés os enviou do deserto de Parã, segundo o mandado do SENHOR. Todos aqueles homens eram chefes dos filhos de Israel. São estes os seus nomes: da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur; da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori; da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné; da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José; da tribo de Efraim, Oseias, filho de Num; da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu; da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi; da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi; da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali; da tribo de Aser, Setur, filho de Micael; da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi; da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui. São estes os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra. E a Oseias, filho de Num, Moisés deu o nome de Josué.
Moisés os enviou a espiar a terra de Canaã e disse-lhes:
— Subam pelo Neguebe e entrem na região montanhosa. Vejam a terra, como ela é, e o povo que nela habita, se é forte ou fraco, se são poucos ou muitos. Vejam também como é a terra em que esse povo habita, se é boa ou má, e como são as cidades em que habita, se são arraiais ou fortalezas. Também como é o solo, se é fértil ou estéril, se nele há matas ou não. Tenham coragem e tragam dos frutos da terra.
Aqueles dias eram os dias das primícias das uvas.
Assim, foram e espiaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, à entrada de Hamate. E subiram pelo Neguebe e foram até Hebrom. Ali viviam Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Anaque. (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã, no Egito.) Depois, foram até o vale de Escol e ali cortaram um ramo de videira com um cacho de uvas, o qual foi trazido por dois homens numa vara. Trouxeram também romãs e figos. Esse lugar foi chamado de vale de Escol, por causa do cacho de uvas que os filhos de Israel cortaram ali.


   NÚMEROS 13:01-24

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LEITURA - OS DOZE ESPIÕES


LEITURA
OS DOZE ESPIÕES
       Depois de quarenta dias, voltaram de espiar a terra. Vieram a Moisés, a Arão e a toda a congregação dos filhos de Israel em Cades, no deserto de Parã. Fizeram um relato do que tinham visto, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes os frutos da terra. Relataram a Moisés e disseram:
— Fomos à terra à qual você nos enviou. De fato, é uma terra onde mana leite e mel; estes são os frutos dela. Mas o povo que habita nessa terra é poderoso, e as cidades são muito grandes e fortificadas. Também vimos ali os filhos de Anaque. Os amalequitas habitam na terra do Neguebe. Os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam nas montanhas. Os cananeus habitam perto do mar e na beira do Jordão.
Então Calebe fez calar o povo diante de Moisés e disse:
— Vamos subir agora e tomar posse da terra, porque somos perfeitamente capazes de fazer isso.
Porém os homens que tinham ido com ele disseram:
— Não podemos atacar aquele povo, porque é mais forte do que nós.
E, diante dos filhos de Israel, falaram mal da terra que haviam espiado, dizendo:
— A terra pela qual passamos para espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também éramos aos olhos deles.

   NÚMEROS 13:25-33

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LEITURA - O SENHOR FORNECE ÁGUA DE UMA PEDRA


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O SENHOR FORNECE ÁGUA DE UMA PEDRA
       Toda a congregação dos filhos de Israel chegou ao deserto de Zim, no primeiro mês, e o povo ficou em Cades. Ali Miriã morreu e ali ela foi sepultada.
Não havia água para o povo. Então se ajuntaram contra Moisés e contra Arão. E o povo discutiu com Moisés, dizendo:
— Antes tivéssemos morrido quando os nossos irmãos morreram diante do SENHOR! Por que vocês trouxeram a congregação do SENHOR a este deserto, para morrermos aqui, nós e os nossos animais? E por que vocês nos tiraram do Egito, para nos trazer a este lugar horrível, onde não há cereais, nem figos, nem vinhas, nem romãs, nem água para beber?
Então Moisés e Arão saíram da presença do povo e foram para a porta da tenda do encontro e se lançaram sobre o seu rosto; e a glória do SENHOR lhes apareceu. O SENHOR disse a Moisés:
— Pegue o seu bordão e ajunte o povo, você e Arão, o seu irmão. E, diante do povo, falem à rocha, e ela dará a sua água. Assim vocês tirarão água da rocha e darão de beber à congregação e aos animais.
Então Moisés pegou o bordão que estava diante do SENHOR, como este lhe havia ordenado. Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha. Então Moisés lhes disse:
— Agora escutem, rebeldes! Será que teremos de fazer com que saia água desta rocha para vocês?
Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e a congregação e os seus animais beberam. Mas o SENHOR disse a Moisés e a Arão:
— Porque não creram em mim, para me santificarem diante dos filhos de Israel, vocês não farão entrar este povo na terra que lhe dei.
São estas as águas de Meribá, porque os filhos de Israel discutiram com o SENHOR; e o SENHOR se santificou neles.


   NÚMEROS 20:01-13

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