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domingo, 16 de dezembro de 2018

LEITURA - ORAÇÃO POR PERDÃO


LEITURA
       ORAÇÃO POR PERDÃO
A vaidade da vida Ao mestre de canto, Jedutum. Salmo de Davi Eu disse comigo mesmo: “Guardarei os meus caminhos,
para não pecar com a língua;
porei mordaça à minha boca,
enquanto os ímpios estiverem na minha presença.”
Emudeci em silêncio,
calei a respeito do bem,
e a minha dor se agravou.
O coração me ardia no peito;
enquanto eu meditava, um fogo se acendeu dentro de mim.
Então eu disse em voz alta:
“SENHOR, dá-me a conhecer o meu fim
e qual é a soma dos meus dias,
para que eu reconheça a minha fragilidade.”

Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos;
à tua presença, o prazo da minha vida é nada.
Na verdade, todo ser humano, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
De fato, o ser humano passa como uma sombra.
Em vão se inquieta;
amontoa tesouros e não sabe quem ficará com eles.

E eu, Senhor, que espero?
Tu és a minha esperança.
Livra-me de todas as minhas iniquidades;
não permitas que os insensatos zombem de mim.
Emudeço, não abro os lábios
porque tu fizeste isso.
Tira de sobre mim o teu flagelo;
pelo golpe de tua mão, estou perecendo.
Quando castigas alguém com repreensões,
por causa do pecado,
destróis nele, como traça, o que tem de precioso.
De fato, o ser humano é pura vaidade.

Ouve, SENHOR, a minha oração,
escuta-me quando grito por socorro.
Não fiques insensível às minhas lágrimas,
porque sou forasteiro diante de ti,
peregrino como todos os meus pais o foram.
Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento,
antes que eu passe e deixe de existir.

SALMO 39:01-13
                 





LEITURA - ORAÇÃO POR AJUDA


LEITURA
       ORAÇÃO POR AJUDA
Oração de um sofredor Cântico. Salmo dos filhos de Corá. Ao mestre de canto. Para ser cantado com cítara. Salmo didático de Hemã, ezraíta Ó SENHOR, Deus da minha salvação,
dia e noite clamo diante de ti.

Chegue à tua presença a minha oração;
inclina os teus ouvidos ao meu clamor.
Pois a minha alma está cheia de angústias,
e a minha vida já se aproxima da morte.
Sou contado com os que descem ao abismo.
Sou como um homem sem força,
atirado entre os mortos;
como os feridos de morte que jazem na sepultura,
dos quais já não te lembras;
pois foram abandonados pelas tuas mãos.
Puseste-me na mais profunda cova,
nos lugares tenebrosos, nos abismos.
Sobre mim pesa a tua ira;
tu me abates com todas as tuas ondas.
Afastaste de mim os meus conhecidos
e me fizeste objeto de abominação para com eles;
estou preso e não vejo como sair.
Os meus olhos desfalecem de aflição;
dia após dia, venho clamando a ti, SENHOR,
e a ti levanto as minhas mãos.

Será que farás maravilhas para os mortos?
Ou será que os finados se levantarão para te louvar?
A tua bondade será anunciada na sepultura?
A tua fidelidade, nos abismos?
Acaso nas trevas se manifestam as tuas maravilhas?
E a tua justiça, na terra do esquecimento?

Mas eu, SENHOR, clamo a ti por socorro,
e de madrugada dirijo a ti a minha oração.
Por que rejeitas, SENHOR, a minha alma
e ocultas de mim o teu rosto?
Ando aflito e prestes a morrer desde moço;
sob o peso dos teus terrores, estou desorientado.
Sobre mim passou a tua ira;
os teus terrores acabaram comigo.
O dia todo eles me rodeiam como água;
a um tempo me circundam.
Para longe de mim afastaste os amigos e companheiros;
os meus conhecidos agora são as trevas.

SALMO 88:01-18